Origem: Hereford, Inglaterra País: Reino Unido Gêneros: Rock, new wave Período em atividade: 1978 - hoje
♫ INTEGRANTES ♫
Chrissie Hynde Martin Chambers
♫ EX-INTEGRANTES ♫
James Honeyman-Scott Pete Farndon
♫ Biografia ♫ O grupo formou-se na Inglaterra no final da década de 70, pela vocalista Chrissie Hynde, uma norte-americana que já havia participado dos grupos: Jack Rabbit, nos EEUU e Gallie, na França. Os outros integrantes eram Pete Farndon (baixo) , James Honeyman-Scott (vocais, teclados, guitarra) e Martin Chambers (bateria).
Depois dos compactos "Stop Your Sobbing" e "Kid" , fizeram uma turnê inglesa, recebendo alguma cobertura da imprensa. O compacto "Brass in Pocket" entrou para as paradas de sucesso de 1979, ano de lançamento do primeiro LP, que atingiu rápidamente o primeiro lugar dos mais vendidos.
Participaram do concerto beneficente para os refugiados do Camboja (possuem três faixas no álbum Concerts for People of Kampuchea) e partiram para turnês na Europa e EUA, sendo muito bem recebidos por crítica e público. A revista Rolling Stone premiou os Pretenders como a grande revelação de 1980. Em 1982, morreu Honeyman-Scott, mas Chrissie Hynde anunciou que o conjunto não se acabaria encontrando-se em atividade atualmente.
Em 1993, o Pretenders perdeu vários integrantes da banda os quais foram contratados por Paul McCartney em sua mega turnê "Off The Ground", apresentando-se na América Latina.
♫ Discografia ♫
* 1980 Pretenders * 1981 Pretenders II * 1984 Learning to Crawl * 1986 Get Close * 1990 Packed! * 1994 Last of the Independents * 1999 Viva el Amor * 2002 Loose Screw * 2008 Break Up the Concrete
The Velvet Underground The Velvet Underground foi uma influente banda de rock norte-americana, formada em 1964, por Lou Reed (voz e guitarra), Sterling Morrison (guitarra), John Cale (baixo), Doug Yule (que substituiu Cale em 1968), Nico (voz), Angus MacAlise (bateria) e Maureen Tucker (que substituiu Angus MacAlise). O Velvet Underground foi uma banda de vanguarda na década de 60, caracterizada por um estilo experimental, pouco comercial para a época. A banda alcançou, por este motivo, durante seus poucos anos de existência apenas uma pequena fração do reconhecimento público quanto ao grande mérito criativo e inventivo que hoje a faz ser citada unanimemente pela crítica especializada como um dos poucos grupos realmente essenciais da história do rock'n'roll. Parte deste pouco reconhecimento experimentado, no entanto, deve-se ao contato dos membros do grupo com outros grandes nomes da vanguarda artística novaiorquina, e, em especial, com o artista plástico estadunidense Andy Warhol, que se dizia cansado da pintura e promovia incursões por outros campos artísticos como a música e o cinema. Warhol agregou ao seu redor um grande grupo de artistas independentes daquele período através desta postura, incluindo Lou Reed, Nico, e todo o grupo, mas sua influência sobre a banda por vezes é mal interpretada: há uma tendência equivocada a considerá-lo uma espécie de "mentor intelectual" do grupo, quando na verdade grande parte das canções deste já haviam sido escritas (e por consequência, sua proposta artística já estava definida)antes do contato com ele. Andy Warhol, apesar de financiador, nunca exerceu grande influência sobre os temas a serem abordados nas músicas ou sobre a estética melódica em si, de forma que uma relação entre a música de Lou Reed e a Pop Art de Warhol seria, na melhor das hipóteses, extremamente sutil, um reflexo da convivência entre os artistas, apenas. No entanto, ele teve forte influência em um importante episódio da história da banda: inclusão de Nico como vocalista em seu album de estréia, que ocorreu por imposição de Andy Warhol, mesmo sob protestos dos membros do grupo. Como uma forma de objeção, o nome do grupo no primeiro álbum foi "The Velvet Underground & Nico", excluindo-a, de certa forma, da banda. Logo após o lançamento do álbum "White Light/White Heat" a banda se desligaria tanto de Nico quanto de Andy, no entanto. O primeiro disco, The Velvet Underground and Nico (1967), notabilizou-se por uma banana na capa (feita por Andy Warhol), e também pelas composições completamente vanguardistas para os padrões da época, tratando de temas como drogas ("I'm Waiting For The Man"), sadomasoquismo ("Venus In Furs"), prostitutas ("There She Goes Again"), e até ocultismo ("The Black Angel's Death Song"). As vendas do LP, no entanto, foram pífias, mas existe uma lenda na qual quem o comprou montou uma banda após ouvi-lo - por exemplo, artistas como Iggy Pop, David Bowie, Depeche Mode, Joy Division, Sonic Youth, Jesus and Mary Chain, Nirvana, Nine Inch Nails, Radiohead e The Strokes foram influenciados pelo Velvet Underground. Gravado em poucos dias, "White Light/White Heat" foi lançado no início de 1968. Após esse álbum (que é mais barulhento e tão ousado quanto o seu antecessor, e conta com clássicos como a faixa-título, "Here She Comes Now" e "Sister Ray", John Cale, responsável pelos experimentalismos musicais, saiu da banda, que passou a ter Lou Reed, de maior apelo artístico e poético, como único líder. No ano seguinte, veio o 3º álbum, chamado simplesmente de "The Velvet Underground". Ele expõe um som mais acústico e introspectivo do que os anteriores, e é recheado de ótimas composições como "Candy Says", "What Goes On", "Beginning To See The Light". O derradeiro trabalho com Lou Reed ainda na banda foi "Loaded", que conta com três das músicas mais famosas do VU: "Who Loves The Sun", "Sweet Jane" e "Rock and Roll". Após a saída do vocalista em 71, a banda ainda continuou na ativa pelos dois anos seguintes e até lançou um LP ("Squeeze"), mas o mesmo sequer é considerado parte de sua discografia oficial. O ambiente natural de criação e trabalho do VU era a chamada "The Factory", prédio alugado por Warhol e decorado por Billy Name, para reunir seus companheiros exóticos. Em 1993 o Velvet se reuniu para alguns shows, que culminaram num álbum duplo, "Live MCMXCIII", com as principais músicas da carreira da banda. O VU sempre foi conhecido pelo som alternativo, desvinculado de interesses comerciais e que focalizava quase sempre temas relacionados ao submundo (narcóticos, prostituição, criminalidade, etc). Demoraram anos para serem reconhecidos pelo grande trabalho, o que só prova o quanto a sonoridade deles estava bem à frente de sua época. Discografia Albuns de estúdio • The Velvet Underground and Nico (1967) • White Light/White Heat (1968) • The Velvet Underground (álbum) (1969) • Loaded (1970) Álbuns ao vivo • Live at Max's Kansas City (1972) • 1969: Velvet Underground Live (1974) • Bootleg Series Volume 1: The Quine Tapes (álbum triplo, 1976) • Live MCMXCIII (1993) • Final V.U. 1971-1973, (box set com gravações ao vivo, 2001) Compilações • VU (Músicas não lançadas anteriormente, 1985) Na minha opinião VELTET UNDERGROUND é uma banda ousada onde na sua epóca não deu sucesso, mas mesmo assim foi fundamental para criar bandas apos escutarem suas musicas e hoje é reconhecida mundialmente por tratar de temas como drogas prostitutas e etc naquela epóca. 9 Luan tor Silva Nº9
ORIGEM: Londres, Inglaterra PAÍS: Reino Unido GÊNERO: Punk rock, Reggae punk, Ska punk PERÍODO EM ATIVIDADE: 1976 -1986 GRAVADORA: CBS Records PÁGINA OFICIAL: www.TheClashOnline.com INTEGRANTES: Joe Strummer (falecido), Mick Jones, Paul Simonon e Topper Headon
The Clash foi uma banda inglesa de punk rock formada em 1976 como parte da primeira onda do punk rock britânico. Além do punk, experimentou outros gêneros musicais, como reggae, ska, dub, funk, rap e rockabilly. Durante grande parte de sua carreira, o Clash consistiu de Joe Strummer (vocalista principal, guitarra rítmica), Mick Jones (guitarra principal, vocais), Paul Simonon (baixo, backing vocals, ocasionalmente vocais principais) e Nicky "Topper" Headon (bateria, percussão). Headon deixou o grupo em 1982, e atritos internos resultaram na saída de Jones no ano seguinte. O grupo prosseguiu com novos membros, mas acabou no início de 1986. The Clash foi grande sucesso no Reino Unido a partir do lançamento de seu álbum de estréia, The Clash, em 1977. O terceiro álbum do grupo, London Calling, lançado no Reino Unido em dezembro de 1979, trouxe-lhe popularidade nos Estados Unidos, ao ser lançado neste país no mês seguinte. Aclamado pela crítica, foi declarado o melhor álbum dos anos 1980 na década seguinte pela revista Rolling Stone. As letras politizadas do Clash, sua experimentação musical e atitude rebelde tiveram uma influência profunda no rock, em especial no rock alternativo. Eles são amplamente referidos como "a única banda que importa", uma alcunha comercial originalmente introduzida pela gravadora do grupo, a CBS. Em janeiro de 2003, a banda, incluindo o baterista original, Terry Chimes, foi introduzida no Rock and Roll Hall of Fame. Em 2004, a Rolling Stone classificou o Clash como trigésimo maior artista de todos os tempos.
• Biografia •
Formação e primórdios da banda:
Formado originalmente por John Mellor, mais conhecido como Joe Strummer (vocais, guitarra rítmica), Mick Jones (vocais, guitarra), Paul Simonon (baixo e vocais), Keith Levene (guitarra guia) e Terry Chimes, creditado no primeiro LP como "Tory Crimes" (bateria), o Clash foi formado em Londres em 1976 durante a primeira leva do punk britânico. Strummer fazia parte dos The 101ers e Jones e Simonon da lendária banda de proto-punk London SS. Por influência do empresário Bernie Rhodes, Levene e Simonon recrutaram Strummer. Estava formado o Clash. Keith Levene foi o guitarrista da banda neste começo, mas depois de cinco shows abandonou o grupo sob circunstâncias ambíguas. Depois do lançamento do primeiro álbum do Clash, Chimes foi substituído pelo baterista Topper Headon. Inicialmente a banda foi conhecida por sua visão extremamente esquerdista e pelas roupas que eles pintavam com slogans revolucionários. O primeiro show foi em 1976 como banda de apoio dos Sex Pistols, e então eles assinaram contrato com a CBS Records. O Clash lançou seu primeiro compacto ("White Riot") e seu primeiro álbum (The Clash) em 1977, alcançando sucesso considerável no Reino Unido. Apesar disso a CBS se recusou a lançá-los nos Estados Unidos, só o fazendo dois anos depois.
The Clash foi um álbum de punk rock britânico seminal. A maioria das canções eram porradas de 2-3 minutos, mas as composições e melodias superiores destacaram Strummer e Jones entre a maioria de seus contemporâneos. Incluiria também a primeira evidência de sua habilidade, que se repetiria por toda a carreira da banda, de absorver um estilo musical e dar a ele uma atmosfera própria, aqui com uma versão do clássico do reggae “Police and Thieves”. Seu álbum seguinte, Give 'Em Enough Rope, foi o primeiro a apresentar Topper Headon em todas as faixas. Rope foi lançado em 1978, alcançando a segunda colocação na parada de sucessos britânica mas fracassando em sua tentativa de penetrar no maior mercado mundial de canção, os Estados Unidos.
• Sucesso nos Estados Unidos •
Give 'Em Enough Rope foi o primeiro álbum do Clash lançado nos E.U.A., e para divulgá-lo a banda organizou uma turnê norte-americana em 1979. Seu primeiro álbum só sairia ali em julho de 1979, então em versão drasticamente revisada e editada da lançada anteriormente. O sucesso de crítica e de vendas do Clash nos Estados Unidos veio com London Calling, um álbum duplo lançado em 1979 (pelo preço de um simples, por exigência da banda). Além do punk, apresentava uma gama variada de estilos, incluindo o rockabilly e reggae. É considerado o melhor álbum do Clash, e foi eleito um dos 10 melhores álbuns de sempre pela revista Rolling Stone. A seguir veio Sandinista!, álbum triplo pelo preço de um duplo, lançado no final de 1980. A banda continuou seus experimentos com o reggae e o dub, se expandindo em direção a outras técnicas de produção e estilos musicais, que incluíam jazz e hip-hop. O resultado confundiu os novos fãs e as vendas caíram, embora tenham se saído melhor nos E.U.A. Depois do lançamento de ‘’Sandinista!’’, o Clash entrou em sua primeira turnê mundial, visitando países da Ásia e da Oceania. Em 1982, a banda retornou com o mais vendido de seus álbuns, Combat Rock, apresentando os sucessos "Rock The Casbah" e "Should I Stay Or Should I Go?".
• Tensões e dissolução •
Os sintomas aparentemente passaram despercebidos com o sucesso de Combat Rock, mas depois deste álbum o Clash começou lentamente a se desintegrar. Topper Headon foi demitido devido à problemas com drogas, e o baterista original da banda, Terry Chimes, foi chamado de volta para a turnê seguinte. Depois da turnê Combat Rock de 1982 ele saiu do Clash, convencido de que o grupo não duraria muito tempo com todas as brigas e desentendimentos. Em 1983, depois de uma longa busca por um novo baterista, Pete Howard foi recrutado e tocou com a formação original em alguns shows nos Estados Unidos. Em setembro de 1983, Strummer e Simonon expulsaram Jones da banda, citando seu comportamento problemático e divergências musicais. Depois de uma série de testes, a banda contratou Nick Shepperd e Vince White, ambos com 23 anos, como seus novos guitarristas. Eles voltaram a se apresentar em janeiro de 1984, e no final do mesmo ano anunciaram que um novo disco estava a caminho. As sessões de gravação deste novo álbum foram decepcionantes, com o empresário Bernie Rhodes recusando o talento considerável de Howard em favor de uma bateria eletrônica, alterando drasticamente os arranjos das canções e baseando o som da banda em sintetizadores. Desiludidos com o álbum, Strummer levou o Clash para viajar pela Inglaterra e Escócia, tocando de graça em esquinas e bares. O grupo apresentou seus últimos shows em 1985. Enquanto isso, Cut the Crap era lançado, sendo bombardeado pelas críticas e sofrendo vendas pífias. • Legado e influência •
De acordo com o The Times, o álbum de estreia do Clash é, ao lado de Never Mind The Bollocks, Here's The Sex Pistols, "a declaração definitiva do punk" e London Calling "continua sendo um dos álbuns de rock mais influentes". Na lista de 2003 da Rolling Stone dos 500 melhores álbuns de todos os tempos, London Calling aparece em oitavo, a melhor colocação de uma banda punk. The Clash apareceu na 77a posição e Sandinista! na 404a. Na lista de 2004 da revista das 500 melhores canções de todos os tempos, "London Calling" aparece em décimo quinto, mais uma vez a melhor colocação de uma banda punk. Outras quatro canções do Clash aparecem na lista: "Should I Stay Or Should I Go" (228), "Train In Vain" (292), "Complete Control" (361) e "White Man In Hammersmith Palais" (430). "London Calling" apareceu em 48o na lista das 100 melhores canções que utilizam guitarra elétrica da mesma publicação.
• Discografia •
Álbuns de estúdio • 1977: The Clash • 1978: Give 'Em Enough Rope • 1979: London Calling • 1980: Sandinista! • 1982: Combat Rock • 1985: Cut the Crap
Compilações • 1980: Black Market Clash • 1988: The Story of the Clash, Volume 1 • 1991: The Singles • 1994: Super Black Market Clash • 2003: The Essential Clash • 2004: London Calling: 25th Anniversary Legacy Edition • 2007: The Singles Box Sets • 1991: Clash on Broadway • 2006: Singles Box Ao vivo • 1999: From Here to Eternity: Live • 2008: The Clash: Live At Shea Stadium
EPs • 1977: Capital Radio • 1979: The Cost of Living
The Runaways foi uma banda de punk rock dos Estados Unidos. Traduzindo ao português, seu nome significa "As fugitivas". A banda tornou-se famosa por ser uma banda composta somente por mulheres que tocavam rock and roll, mostrando que não só os homens conseguem fazer rock de qualidade. Entre suas canções mais conhecidas estão "Cherry Bomb", "Queens of Noise" e "Born to be Bad". Em sua curta carreira (que durou até 1979), o grupo não ficou apenas nos Estados Unidos, mas fez turnê na Europa e também no Japão. A banda acabou oficialmente em 1979, por causa de problemas internos e externos. Haviam muitas críticas da imprensa americana, que não estavam preparados para ver garotas adolescentes com atitude, que escreviam e tocavam as próprias músicas e seus próprios instrumentos. Existiam também os problemas internos de constante troca de integrantes, e sub-gênero do rock a ser seguido. Joan Jett, guitarrista base, preferia o punk, enquanto Lita Ford tinha preferência pelo Heavy Metal. A banda acabou, mas deixou a mensagem principal de que mulheres podem fazer Rock. Discografia * The Runaways (1976) * Queens of Noise (1977) * Waitin' for the Night (1977) * Live in Japan, (1977) * And Now... The Runaways (1978)
Tudo começou quando o músico assistiu a um show do The Doors em Chicago. Ele voltou para Michigan com um novo nome,Iggy Stooge, e a ideia de montar um grupo. Ligou para o baixista Dave Alexander e para os irmãos Ron e Scott Asheton, guitarrista e baterista respectivamente. Assim nascia em 1967 o The Psychedelic Stooges. A primeira apresentação de muitas outras naquele ano foi na Universidade de Michigan, em pleno Halloween.
Os shows eram cheios de performances, principalmente de Iggy , que se comportava de maneira estranha no palco. Ele gritava, contorcia o corpo, sujava-se com pasta de amendoim e carne crua, atirava-se na platéia e cortava o próprio corpo com pedaços de vidro. Os shows foram chamando a atenção, porque parte do público se identificava com as músicas e parte passava o show inteiro xingando os integrantes.
Em 1968,Danny Fields, da Elektra Records, estava em Detroit para ver o show do MC5 (a banda mais famosa na cidade na época) e acabou assistindo ao The Stooges também. Fields gostou do grupo e fechou um contrato para a gravação de três álbuns. O primeiro foi The Stooges , em 1969, produzido por John Cale (do Velvet Underground). Mesmo com alguns problemas durante a gravação, eles se acertaram e finalizaram o disco.
As vendas do disco não foram muito boas e, para piorar, Detroit passava por um período difícil, o desemprego crescia e parte da população deixava a cidade. Foi também nesta época que o consumo de drogas do grupo aumentou. O resultado foi a mudança para Los Angeles , onde eles gravaram o segundo disco pela Elektra. Eles moraram num lugar chamado Fun House, nome que foi parar no título do segundo disco, que saiu em 1970. Após a gravação, o baixista Dave saiu do grupo e foi substituído por James Williamson, que tocava bem guitarra. Então Ron assumiu o baixo e James, a guitarra.
Fun House também fracassou nas vendas e desta vez a Elektra não quis arriscar um terceiro disco. Sem rumo, o grupo praticamente encerrava a carreira, enquanto Iggy Pop tentava se livrar do vício da heroína. Mas o amigo de, Iggy Pop, David Bowie não gostou nada do fim do grupo e conseguiu um contrato com a Columbia Records. No começo de 1973, saia o terceiro disco, Raw Power assinado agora por Iggy And The Stooges. O álbum não deslanchou a carreira do grupo, mas foi recebido melhor do que os dois primeiros. A turnê do disco ainda rendeu um álbum ao vivo, Metallic K.O. , lançado pela Sky Dog. Ele foi gravado na última apresentação do grupo, em fevereiro de 1974, no Detroit's Michigan Palace.
Depois do lançamento não teve mais jeito, The Stooges chegava ao fim. Iggy Pop começou a tocar com David Bowie e depois seguiu carreira solo, apoiado por Bowie, que o ajudou a se livrar do vício da heroína. Ron e Scott Asheton montaram uma banda chamada New Order, que logo se desfez e eles partiram para outros projetos.
Mesmo sem sucesso comercial com os dois primeiros discos, o The Stooges se tornou influência para várias bandas underground, como Sonic Youth, Mudhoney e Ramones. Os discos fizeram sucesso anos após o lançamento, principalmente no final dos anos 70 e foram relançamentos remixados nas décadas seguintes.
Em 2003, aconteceu a grande surpresa: Iggy Pop anunciou uma reunião dos integrantes do The Stooges. Mike Watt entrou no lugar de Dave Alexander, que faleceu ainda na década de 70 devido à complicações causadas pelo alcoolismo. Eles fizeram alguns shows e gravaram quatro composições do grupo no novo disco de Iggy Pop, Skull Ring, lançado em novembro de 2003. Gravaram também The Weirdness em 2007. No dia 6 de janeiro de 2009 o guitarrista Ron Asheton faleceu.
Discografia
Álbuns de estúdio
The Stooges — 1969
Fun House — 1970
Raw Power — 1973
The Weirdness — 2007
Ao Vivo
Metallic K.O. — 1976
Telluric Chaos — 2005
Compilações
1970: The Complete Fun House Sessions — 1999
Singles
"I Wanna be your Dog" — Outubro de 1969
"Down on the Street" — Agosto de 1970
"Search and Destroy" — Junho de 1973
Para mim The Stooger é uma banda de rock pesado, cujo o vocalista tem mais de 70 anos de idade e dança como um homossexual mas ele não é. E essa banda revoluciono o mundo da musica.
Bad Brains Introdução Bad Brains é uma influente banda americana de hardcore punk e reggae, formada em Washington,DC em 1977. São considerados um dos pioneiros do hardcore. Originalmente formada com influências de funk e jazz fusion, a banda desenvolveu um punk rock muito mais rápido, intenso e musicalmente mais complexo e extremo que os seus contemporâneos. É considerada uma das primeiras bandas americanas de hardcore e, alguns anos depois foram os primeiros a fazer a fusão do heavy metal com o funk. Eles também são adeptos da música reggae, sendo seguidores da religião rastafári. O início A banda foi formada com o nome de Mind Power pelo guitarrista de jazz fusion Dr. Know (Gary Miller), em 1977. Junto a ele havia o vocalista Sid McCray, o baixista Darryl Jennifer e o baterista Earl Hudson. O som era basicamente funk e jazz fusion. Ainda em 1978, o vocalista apresenta o punk rock para o resto da banda, que já andava escutando Black Sabbath na época, e isso mudou toda a percepção da banda. Por influência do vocalista, a banda fica obcecada pelo punk rock e mudam o seu nome para Bad Brains, nome de uma música do Ramones, mas o Bad (mau) com o sentido de poderoso. Antes da banda gravar, McCray é substituído por H.R., irmão do baterista. A banda também se converte ao rastafari, apesar do forte envolvimento com o punk rock a banda tinha uma forte ligação com o reggae. Com vários shows, a banda rapidamente se tornam uma das bandas punk mais populares na costa oeste, principalmente em sua cidade natal Washington DC. Suas performances na época eram lendárias e suas gravações já eram difícil de achar. O primeiro single "Pay To Cum" foi prensado em poucas cópias e, em 1982, o álbum de estréia ROIR foi lançado apenas em formato de fita cassete. Em seguimento ao lançamento da fita, o grupo lançou outros outros EPs, até que em 1982 são contratados pela gravadora PVC lançando logo em seguida o clássico álbum Rock For Light, que foi produzido por Ric Ocasek (ex-integrante do grupo new-wave The Cars). Discografia Black Dots (1978, lançado apenas em 1996) Bad Brains (1982, ROIR Records) The Omega Sessions (1983) Rock For Light (1983, PVC Records) I Against I (1986, SST Records) Spiritual Electricity (1988, Bad Brains Records) The Youth Are Getting Restless (1987, SST Records, lançado em 1990) Live (1988, SST Records) Quickness (1989, Caroline Records) Rise (1993, Epic Records) God of Love (1995, Maverick Records) A Bad Brains Reunion Live from Maritime Hall (1999, SST Records) I And I Survived (2003, DC Records) Banned In D.C.:The Greatest Riffs (2005, DC Records) Build A Nation (2007, Megaforce Records).
Kraftwerk é um grupo musical alemão que inventou um estilo de música techno totalmente feita e tocada por meio desintetizadores, tornando a música eletrônica mais acessível ao grande público, principalmente porque se tornaram os precursores de estilos como o techno e o electro, bem como a moderna dance music em geral. A banda foi fundada por Florian Schneider e Ralf Hütter em 1970, mas contando sempre com a participação de outros músicos, sendo que muitos sequer chegaram a participar de algum disco. Entretanto, a formação mais conhecida, duradoura e bem sucedida foi aquela que se consolidou entre 1975 e 1987 e que incluía os percussionistas Wolfgang Flür e Karl Bartos. As técnicas que o Kraftwerk introduziu, assim como os equipamentos desenvolvidos por eles, são elementos comuns na música moderna. A banda tem sido considerada por alguns como tão influentes quanto os Beatles na sua participação na música popular na segunda metade do século XX. As suas letras lidam com a vida urbana e a tecnologia européia pós-guerra. Geralmente mínimas, ainda assim revelam celebração e alertas sobre o mundo moderno.
História O Kraftwerk foi fundado em 1970 por Florian Schneider-Esleben (flauta) e Ralf Hütter (teclado) no seu estúdio Kling Klang, na cidade de Düsseldorf, Alemanha. Conheceram-se quando estudavam no Conservatório de Düsseldorf no final dos anos 60, participando da cena experimental da música da época, o movimento posteriormente intitulado Krautrock. As primeiras formações da banda, entre 1970 e 1974, eram bastante rotativas, com Hütter e Schneider trabalhando com vários outros músicos para gravar quatro álbuns e se apresentar algumas vezes. Entre os participantes destacam-se o guitarrista Michael Rother e o baterista Klaus Dinger, que deixaram a banda para formar o Neu! A participação, experiência e influência do produtor Konrad "Conny" Plank foram também significativas. Trabalhou com bandas como Can,Neu!, Cluster, e, como resultado do seu trabalho com os Kraftwerk, o seu estúdio localizado em Colônia tornou-se num dos mais requisitados no final dos anos 70. Plank produziu os primeiros quatro álbuns da banda, mas parou de trabalhar com os Kraftwerk depois do sucesso comercial de Autobahn, aparentemente devido a disputas com contratos da banda. Emil Schult tornou-se num colaborador regular do grupo no início de 1973, originalmente tocando baixo e violino, produzindo material visual da banda e letras e os acompanhando em digressões. Após vários álbuns experimentais, o sucesso da banda veio em 1974 com o álbum Autobahn, e a sua faixa de 22 minutos motorik. A canção foi um hit mundial, demonstrando a grande relação da banda com sintetizadores e outros instrumentos eletrônicos. Este álbum foi seguido por uma trilogia de álbuns que influenciou bastante a música popular posterior: Radio-Activity (1975), Trans-Europe Express (1977) eThe Man Machine (1978). Em 1975 formou-se o que ficou conhecido como a formação clássica do Kraftwerk, para a digressão de Autobahn. Juntaram-se a Hütter e Schneider Wolfgang Flür and Karl Bartos como percussionistas eletrônicos. Depois de anos sem apresentações ao vivo, os Kraftwerk iniciaram digressões novamente no final dos anos 90. Ralf queria tocar cada vez mais, mas a dificuldade em transportar os equipamentos analógicos limitou as viagens para fora da Europa. Após a saída de Flür e Bartos, vários outros músicos, como Fritz Hilpert e Henning Schmitz apareceram na formação dos Kraftwerk . Em meados de 1999, as gravações originais de Tour de France foram finalmente lançadas em CD, indicando um reinício das atividades da banda. O single Expo 2000, a primeira nova música em treze anos, foi lançado em Dezembro do mesmo ano, e posteriormente remisturado por bandas de música eletrônica como Orbital. Em 2000, o ex-membro Flür publicou uma autobiografia na Alemanha, Kraftwerk: I Was a Robot, revelando vários novos detalhes sobre a vida da banda. Hütter e Schneider mostraram, no entanto, hostilidade à obra. Em Agosto de 2003, a banda lançou Tour de France Soundtracks, o primeiro álbum desde Electric Café, de 1986. Em Junho de 2005, a banda lançou um álbum ao vivo, Minimum-Maximum, que foi compilado de apresentações da banda durante a digressão européia no início de2004, recebendo várias críticas positivas. A maioria das faixas consistia em remodelagens de antigas faixas de estúdio. O álbum foi galardoado com o Grammy para melhor álbum de música eletrônica. Juntamente com o CD, foi lançado um DVD que contém vários vídeos de apresentações em várias localidades no mundo.
Membros
Atuais: Ralf Hutter Fritz Hilpert Henning Schmitz Stefan Pfaffe
Anteriores: Florian Schneider (Membro fundador: 1970-2008) Wolfgang Flür (1973-1986) Karl Bartos (1974-1991) Klaus Roeder (1974) Michael Rother (1971-1972) Klaus Dinger (1971-1972)
Álbuns de estúdio 1970 - Tone Float (ainda sob o nome Organisation) 1971 - Kraftwerk 1972 - Kraftwerk 2 1973 - Ralf und Florian 1974 - Autobahn 1975 - Radio-Aktivität (título em inglês: Radio-Activity) 1977 - Trans-Europa Express (título em inglês: Trans-Europe Express) 1978 - Die Mensch-Maschine (título em inglês: The Man Machine) 1981 - Computerwelt (título em inglês: Computer World) 1986 - Electric Cafe 2003 - Tour de France Soundtracks
Álbuns ao vivo 2005 - Minimum-Maximum (CD duplo)
Box Sets 2009 - 12345678: The Catalogue (remasterização dos álbuns lançados entre "Autobahn" (1974) e "Tour De France" (2003)
Compilações e remisturas (remixes) 1972 - Kraftwerk (2LP - compilação - UK) 1973 - Kraftwerk 1 (compilação dos álbuns Kraftwerk 1 e Ralf and Florian - Italia) 1974 - Exceller 8 (compilação) 1974 - Highrail (compilação) 1974 - Doppelalbum (2LP - compilação - Alemanha) 1974 - Kraftwerk 2 (compilação dos álbuns Kraftwerk 2 e Autobahn - Italia) 1976 - Collection Atout (compilação - França) 1981 - Elektro Kinetik (compilação) 1991 - The Mix (álbum de misturas) 1992 - The Model (CD - compilação - EUA) 1994 - Three Original - Capitol Years (3CD - compilação - EUA)
DVDs 2005 - Minimum-Maximum (DVD duplo) 2006 - Notebook (caixa contendo DVD duplo e CD duplo, com as mesmas gravações de Minimum-Maximum)