quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Beatles
Acompanhando o lançamento do filme 'Help!', uma superprodução à lá estilo 'James Bond', o disco com a trilha sonora tornou-se uma fábrica de Hits.Nâo há ninguém na terra que possa dizer que não conhece nenhuma música deste disco, especialmente o lado A, que tornou-se quase um 'the best of'...
Praticamente o preparo do disco 'Help!' obedeceu a fórmula de 'A Hard Day´s Night' ( seu filme do ano interior ). O álbum seria dividido em 2: O lado A conteria as canções do filme enquanto o lado B apresentaria canções compostas especialmente para o disco.E como sempre, os Beatles tiveram que correr contra a agenda apertada. Tiveram apenas UMA SEMANA antes do início das filmagens, para gravar 11 músicas, a maioria pertencente ao filme.
Ironicamente, apesar da correria, tiveram o luxo de descartar duas músicas - 'If You Got Trouble' e "That Means a Lot'. Estas músicas só seriam lançadas oficialmente no álbum 'Antholoby 2', quase 30 anos depois. Apesar de não pertencer ao filme, faz parte também ao álbum a obra prima de Paul McCartney - 'Yesterday', a música mais gravada de todos os tempos. É também o último álbum dos Beatles a conter um cover, sinal de que os tempos estavam mudando. A partir daí todos os Discos da banda teriam composições próprias.
Originalmente intitulado como 'Eight Arms to Hold You', o filme 'Help' foi rodado entre Fevereiro e Março de 1965, e os Beatles tiveram apenas 6 semanas para finalizar os trabalhos de gravação, antes do lançamento do filme.
O album permaneceu no 1º lugar das paradas inglesas por 11 semanas. alcançou tal posição em 11 de Agosto, na mesma semana de seu lançamento. Apesar de possuir o mesmo título - 'Help!', o lançamento similar americano não possui a mesma sequencia de músicas, e sim o lado A do disco inglês, mais algumas orquestrações. O CD, é o primeiro da discografia dos Beatles a ser lançado em estéreo, ao contrário dos 4 primeiros do grupo.
♫ Guitarra Rickenbacker ♫
Existem 9 modelos de guitarras Rickenbacker.
Os modelos: Model 330, Model 330/12, Model 340, Model 340/12. Model 360, Model 360/12, Model 370, Model 370/12 e Model 380L.
Moog (instrumento musical)

Pronúncia
Na cultura popular, o sobrenome Moog é um dos mais frequentemente pronunciados de forma errada. No trecho de entrevista apresentado a seguir, a pronúncia correta é explicitada:
— Entrevistador: Antes de mais nada: o seu nome rima com "vogue" ou é como um "mu" de vaca com um "G" no final?
— Dr. Robert Moog: Rima com vogue. Essa é a pronúncia alemã costumeira. O avô do meu pai veio de Marburgo, Alemanha. Gosto do modo como essa pronúncia soa, é melhor do que a forma "mu-g".
(Os linguistas observam que o som inglês "ou" em "vogue" é, na melhor das hipóteses, uma aproximação livre da pronúncia germânica do sobrenome Moog. O som inglês em "vogue" é um ditongo que não existe no alemão, enquanto o som original germânico é um "o:" curto que não existe na fonologia inglesa padrão, embora seja comum em alguns dialectos setentrionais.)
Numa cena excluída da versão em DVD do documentário Moog, Moog descreve as três pronúncias do nome: a pronúncia holandesa original, ("moch"), a pronúncia germânica (preferida, rima com vogue), e a pronúncia mais comum em países de língua inglesa (com o som /u/ longo). Moog revela que partes diferentes da família dele preferem pronúncias diferentes do nome, mas que ele (e certamente a esposa dele), preferem a pronúncia germânica.
Lista de sintetizadores Moog
Moog modular synthesizer (1963–1980)
Minimoog (1970–1982)
Moog Satellite (1974–1979)
Moog Sonic 6 (1974–1979)
Micromoog (1975–1979)
Polymoog (1975–1980)
Minitmoog (1975–1976)
Moog Taurus (1976–1983)
Multimoog (1978–1981)
Moog Prodigy (1979–1984)
Moog Liberation (1980)
Moog Opus-3 (1980)
Moog Concertmate MG-1 (1981)
Moog Rogue (1981)
Moog Source (1981)
Memorymoog (1982–1985)
Moogerfooger (1998–atualmente)
Minimoog Voyager (2002–atualmente)
Little Phatty (2006–atualmente)
Minimoog Voyager Old School School(2008)
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Música Punk

A música punk é um dos elementos que mais caracteriza a cultura punk. Acompanhando as mudanças históricas do estilo, a música punk também apresenta um grande número de ramificações e evoluções.
Apesar de historicamente ter surgido do rock, a música criada por punks não é limitada ao punk rock. Este artigo trata da música produzida por punks na acepção geral do termo e não do estilo específico punk rock.
Aspectos gerais
O primeiro elemento cultural punk desenvolvido foi a música. A música punk desde suas origem até os dias de hoje passou por diversas mudanças e sub-divisões, englobando características que vão desde o pop punk irônico e politicamente indiferente, ao ruidoso discurso político panfletário, entre outras características. Apesar disso, nos diversos estilos de música punk o caráter anti-social e/ou socialmente crítico é bastante recorrente e a ausência destas características é vista por alguns como justificativa para o não-reconhecimento de uma banda como sendo do estilo punk. Estilos muito distintos do punk rock também são desconsiderados com freqüência.
O estilo punk rock tradicional caracteriza-se pelo uso de poucos acordes, em geral power chords, solos breves e simples (ou ausência de solos), música de curta duração e letras rebeldes, sarcásticas que podem ser politizadas ou não, em muitos casos uma manifestação de antipatia à cultura vigente. Estas características não devem ser tomadas como uma definição geral de punk rock, pois bandas e variações bem difundidas do gênero apresentam características muitas vezes antagônicas a estas, como por exemplo as músicas longas e complexas do Television (uma banda de protopunk), o experimentalismo cacofônico do Crass (uma banda mais voltada ao ideologia punk anarquista), a tendência de sociabilização das bandas de hardcore moderno e o discurso sério de algumas bandas politizadas.
Subgêneros musicais e estilos
As mais difundidas correntes musicais punks são as descendentes do estilo punk rock original, que mantém certas características sonoras em comum com sua origem e que podem ser classificadas como rock. Destacam-se o hardcore, streetpunk/oi!, grindcore, crust punk e ska punk. Existem também estilos fusão que se tornaram notavelmente distintos como o funk punk, o reggae punk, o pós-punk, o synth-punk e outros. Há ainda outras correntes musicais nitidamente semelhantes à música punk, cujo o reconhecimento como parte do estilo não é unânime entre punks, em geral por demonstrarem uma atitude controversa ou não relacionada com o estereótipo, como o caso da new wave, do pop punk e do emo moderno.
No início dos anos 80 o gênero streetpunk/oi!, começou a ser apreciado também por skinheads, que antes escutavam apenas a música da Jamaica, levando à musica punk para outras subculturas urbanas.
A estreita relação entre a música e a ideologia punk
A música punk desde seu início foi marcado como um estilo musical de contestação, seja como uma resposta musical ácida e crítica aos rumos que a música rock havia tomado na época com o rock progressivo, ou de forma ideológica criticando opiniões preconceituosas de músicos famosos de rock no final dos anos 70 e início dos anos 80, como o apoio de algumas bandas de punk rock e streetpunk ao rock against racism.
O gosto por certas bandas e gêneros musicais é algumas vezes interpretado como identificação de um indivíduo à uma certa postura ideológica distinta dentro da cultura punk, como o niilismo, o anarquismo, a cultura de rua, entre outras.
No Brasil, bandas podem ser repudiadas por grupos anarcopunks brasileiros, como Vírus 27 e Garotos Podres pelas relações desses artistas com a cultura skinhead e careca, ou como o Ratos de Porão por ter o reconhecimento da mídia, enquanto estas mesmas bandas podem ser bem aceitas e favoritas entre outros punks. Da mesma forma que os outros elementos culturais, o porte de símbolos por certas bandas comumente associadas a determinados grupos ideológicos, muitas vezes desencadeiam a hostilidade e a violência de adeptos de gangues e grupos do movimento punk com ideologia contrária, fato esse muito comum nos grandes centros urbanos brasileiros.
Em outros países, principalmente em países europeus, atualmente há mais tolerância às diferenças musicais, ideológicas e culturais distintas, como uma forma de se unir tendo as raizes musicais como um elo em comum, contra grupos e indivíduos com posturas ideologicas discriminatórias e opressoras como o nazismo e o fascismo.

Luan Tor Silva n°9
Yuri Alexandre Santos n°13
Exploited; Rodrigo Oliveira ; Leonardo Marreiro
Há uma série de rumores de que a banda foi precedida por uma anterior, envolvendo o irmão mais velho de Wattie, chamado "Terry" e alguns membros efêmeros em meados de 79 (Steve Hayboy na guitarra, Mark Patrizio no baixo e James "Jimbo" Park na bateria), mas que teriam abandonado a banda, não gravado nenhuma demo e perdido o interesse musical, em seguida, foram substituídos pelo primeiro alinhamento "oficial" da banda em 1980, Wattie Buchan, Jonh Duncan, DRU Stix e Gary McCormack. De acordo com a banda, o antigo "The Exploited" não foi necessariamente a primeira formação e sim uma banda momentânea anterior que teve apenas o mesmo nome.
Já no início de 1980 o The Exploited iniciou uma forte atividade na segunda onda do punk britânico (também conhecido como UK82), fazendo shows, edição simples e congregando um número relativamente grande de seguidores. punks, skinheads, headbangers e afins compõem o público da banda e desde o início o The Exploited se declarou partidário da cena de união entre skinheads, razão porque muitos consideram o The Exploited como uma banda Oi!, sendo incluídos em algumas compilações do gênero (como o seminal Oi! The Album, Lords Of Oi! e outros).No entanto, sempre se autodenominaram punks. A imagem do Exploited é lembrada como a primeira banda a adotar o visual punk extremo especialmente Wattie Buchan com o corte de cabelo moicano (inspirado nos guerreiros de uma tribo indígena norte-americana,que segundo ele mesmo, enquanto estava no exército, já exibia o corte e foi jogado na prisão durante uma semana por isso), jaqueta de couro com rebites, correntes, botas Dr. Martens e calça desbotada, sendo o proletor do visual no movimento punk influenciando não só punks, como várias bandas do gênero até os dias de hoje. Nas primeiras apresentações undergrounds antes mesmo de lançarem suas primeiras demos, a banda adotava um visual mais próximo da primeira estética punk, similar aos dos membros dos Sex Pistols.
Teve durante todos esses anos de grupo, várias mudanças na sua formação mas, mantendo sempre a sua frente como mentor e responsável pela sobrevivência da banda, o letrista, vocalista e praticamente o faz tudo no grupo, Wattie Buchan. O Exploited é parte dos primeiros momentos do punk no Reino Unido juntamente com The Clash, Discharge, Sex Pistols, GBH, Chaos UK, Varukers, One Way System, UK Subs,Vice Squad, Crass, The Adicts entre outras bandas.
No início Exploited sofreu certo preconceito por ter começado a ser chamada de banda "nazista" ou "fascista", por influenciar a violência em seus shows, pelo uso de uma camiseta com o desenho de uma suástica em um de seus concertos, basta avaliar o contexto histórico para que se veja que os punks daquela época ainda estavam formando a ideologia punk que se vê nos dias hoje, portanto, não havia ideia clara do que era ser punk. O importante era chocar. Nada mais chocante do que o nazismo. Somente depois de alguns anos é que entrou na ideologia punk a briga com os White Powers, os neo-nazistas, e toda forma de preconceito. Naquela época, o importante era chocar, os integrantes foram chamados de "skinheads" analogia errônea ao movimento Skinhead, cujas raízes remontam à Inglaterra e aos Rude boys jamaicanos. O movimento nada mais é do que um movimento trabalhista, com gostos em comum, como música e pontos de encontro. O neo-nazismo veio bem depois do começo do "movimento original" e essa noticia se alastrou pelo mundo, porém, anos depois, em seu DVD "Rock 'n' Roll Outlaws", Wattie explica essa situação.
Como já foi dito, um dos alvos principais do Exploited são os políticos, principalmente os do seu país. Uma das mais perseguidas pelo grupo em forma de letras é a ex-primeira ministra Margaret Thatcher. No terceiro disco do grupo, expressam forte oposição à guerra das Malvinas, travada entre a Inglaterra e a Argentina e apoiada por Thatcher. O disco de 1987, "Death Before Dishonour" ("Morte antes da desonra") tem na capa o desenho de uma "Maggie" com a pele em decomposição abraçada com a morte, enquanto segura na mão esquerda uma nota de dez libras esterlinas. No fundo, túmulos com mortos ressuscitando e na lápide de todos a frase "Died for What" ("Morto para quê?").
A discografia do Exploited é muito vasta e inclui vários álbuns, compactos, discos ao vivo e participações em coletâneas. No EP de 86, "Jesus is Dead" ("Jesus está morto"), uma idéia do conteúdo começa com a capa, o desenho de um punk crucificado em trajes sadomasoquistas com mulheres semi nuas, esqueletos com trajes de freiras (uma delas inclusive segura um vibrador) e vários cifrões em alto relevo saindo do chão.
Uma das características do Exploited é assimilar influências sem descaracterizar o seu estilo original. O início do Exploited mostra uma banda agressiva, som considerado punk rock/hardcore punk, muito embora já tenham sido classificados na categoria de música Oi! (Oi!), inclusive saindo em coletâneas Oi!. No álbum, Fuck the System, é possível perceber uma enorme influência do Metal, e também colagens de ruídos e vozes (samplers), que são características do metal industrial e da música eletrônica, inclusive desagradando alguns de seus fãs mais assíduos, que gostavam do estilo tradicional do grupo, nas antigas.
No mês de maio de 1981 foi lançado o primeiro álbum de estúdio, o "Punk's Not Dead " que continha clássicos da banda como "Sex And Violence" e "Cop Cars",e se tornou um sucesso de vendas, algo incomum para uma banda tão underground, vendendo cerca de 150.000 cópias foi considerado pelos críticos como um dos álbuns punks mais importantes assim como o "Never Mind the Bollocks" dos Sex Pistols. Outro sucesso que a banda também fez na epóca foi um EP chamado Dead Cities que continha 3 músicas, e que lhe rendeu sua primeira aparição na TV no Top Of The Pops. Os fãs ficaram revoltados e disseram que dessa forma eles estavam se tornando uma banda comercial. A aparição gerou completamente um recorde de vendas,um dia antes da aparição no Top Of The Pops, foram vendidas 20.000 cópias,e no dia seguinte 50.000).Logo depois, o Exploited embarcou na turnê Apocalypse Now Tour ao lado de bandas como Discharge, Infa Riot, Anti Pasti, Chron Gen e Anti-Nowhere League, que já excursionavam no Reino Unido há um bom tempo. Nessa epóca surgiu um certo interesse renovado da mídia e das gravadoras no punk, não como tinha sido na primeira onda do punk, que foi marcada por bandas bem sucedidas que faziam apresentações em grandes casas de shows, e sim com aparinções em noticiarios e frequentemente em notícias de jornais, principalmente de emissoras locais e gravadoras independentes, que iam surgindo cada vez mais em toda parte, exemplos como Secret Records, Pax, Riot City, Mortarhate, Clay Records, Rondelet e várias outras. Nesse mesmo ano a banda também fez uma turnê fora da Grã-Bretanha e passou por países europeus como França, Alemanha, Holanda e Suécia.
Moda Punk

POSTADO POR: Carinne Simões e Priscila Ribeiro
Dogtown and Z-Boys

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Aerosmith - Seasons of Wither
Aerosmith - Toys in the Attic
Alice Cooper - Generation Landslide
The Allman Brothers Band - One Way Out
Black Sabbath - Into the Void
Black Sabbath - Paranoid
Blue Öyster Cult - Godzilla
Buzzcocks - Fast Cars
David Bowie - Aladdin Sane
David Bowie - Rebel Rebel
Devo - Gut Feeling
Emilio Pericoli - Volare
Fila Brazillia - Subtle Body (but NOT Harmonicas are Shite)
Herb Alpert - A Taste of Honey
James Gang - Funk 49
Jan and Dean - Sidewalk Surfing
The Jimi Hendrix Experience - Ezy Ryder
The Jimi Hendrix Experience - Foxy Lady
The Jimi Hendrix Experience - Freedom
The Jimi Hendrix Experience - Bold as Love
Joe Walsh - Rocky Mountain Way
Led Zeppelin - Achilles Last Stand
Led Zeppelin - Hots On for Nowhere
The Lively Ones - Surfrider
Massive Attack - Exchange
Neil Young - Old Man
Peter Frampton - I'll Give You Money
Perry Como - Lollipops and Roses
Pink Floyd - Us and Them
Robin Trower - Hannah
Rod Stewart - Maggie May
Sneaker Pimps - 6 Underground
The Stooges - gimme Danger
The Stooges - I Wanna Be Your Dog
T.Rex - Children Of The Revolution
The Pretenders - Bad Boys
Thin Lizzy - Bad Reputation
Ted Nugent - Cat Scratch Fever
Ted Nugent - Wang Dang Sweet Poontang
Ted Nugent - Motor City Madhouse
The Trammps - Disco Inferno
ZZ Top - La Grange
Patti Smith

Informações gerais
nome do Nascimento Patricia Lee Smith
Também conhecido como Patti Smith Group
Nascido em 30 de dezembro de 1946 (1946/12/30) (63 anos)
Chicago, Illinois
Origem New York City, Nova Iorque,
Estados Unidos
Gêneros Rock, protopunk, punk rock, alternative rock
Ocupações Cantora e compositora, poeta, artista
Instrumentos vocal, guitarra, clarinete
Período em atividade 1971-presente
Labels Arista, Columbia
Integrantes Tom Verlaine
www.pattismith.net Website
Primeiros anos
Patricia Lee Smith nasceu em Chicago, E.U. em 30 de dezembro de 1946. Sua mãe, Beverly, era uma garçonete e seu pai, Grant, trabalhou na fábrica da Honeywell. Ela passou a infância inteira em Deptford Township, New Jersey, [5] [link morto] [6], criado como Testemunha de Jeová. Ela teve uma educação religiosa forte e uma educação bíblica, mas deixou a religião organizada como um adolescente porque ela achava que era demasiado confinamento e mais tarde escreveu a frase de abertura ("Jesus morreu pelos pecados de alguém, mas não a minha") de sua versão cover de "Them de Gloria", em resposta a essa experiência [7]. Smith se formou Deptford Township High School em 1964 e foi trabalhar em uma fábrica. [1] de 18 anos, ela deu à luz um filho em 26 de abril de 1965, mas colocar -lo para adopção [8].
[Editar] Carreira
[Editar] 1967-1973: New York
Em 1967, ela deixou Glassboro State College (agora Rowan University) e se mudou para New York City. Ela conheceu o fotógrafo Robert Mapplethorpe lá, enquanto trabalhava em uma livraria com um amigo, poeta Janet Hamill. Ela e Mapplethorpe teve uma intensa relação romântica, que foi tumultuada como eles lidavam com os tempos de pobreza, Mapplethorpe e com sua própria sexualidade. Smith considera Mapplethorpe ser uma das pessoas mais importantes na sua vida e em seu livro Just Kids se refere a ele como 'o artista da minha vida ". fotografias de Mapplethorpe dela tornou-se o cobre para o Patti Smith Group LPs, e eles continuaram amigos até a morte de Mapplethorpe, em 1989. [9] Em 1969, ela foi para Paris com sua irmã e começou busking e fazendo arte performática. [5] Quando Smith voltou a cidade de Nova York, ela viveu no Chelsea Hotel com Mapplethorpe, que freqüentava o Max Kansas City e CBGB discotecas. Smith a trilha sonora palavra falada para Sandy Daley arte do cinema Robert Tendo seu bico furada, estrelado por Mapplethorpe. No mesmo ano Smith apareceu com Wayne County no jogo Jackie Curtis Femme Fatale. Como membro da poesia do St. Mark's Project, que passou a década de 70 pintar, escrever e executar. Em 1971 ela se apresentou - para uma noite só - no Cowboy Mouth [10], um jogo que ela co-escreveu com Sam Shepard (notas A peça publicada chamar de "um homem que se parece com um coiote e uma mulher que parece um corvo "). Ela escreveu vários poemas," por Sam Shepard "[11] e" Sam Shepard: 9 anos Random (7 2) "[12] sobre seu relacionamento com Shepard.
Smith foi brevemente considerado para a posição de vocalista principal do Blue Öyster Cult. Ela contribuiu com as letras de várias canções da banda, incluindo Debbie Denise (inspirado em seu poema Em Memória de Debbie Denise), Career of Evil, o fogo de origem desconhecida, A Vingança de Vera Gemini (na qual ela realiza vocals dueto), e de rodagem Tubarão, e foi romanticamente envolvido no momento com o tecladista da banda, Allen Lanier. Durante estes anos, Smith escreveu também o jornalismo rock, alguns dos quais foram publicados na revista Rolling Stone e revistas Creem.
